Os abusos vieram à tona após a mãe de uma das vítimas receber um aviso da escola que comunicava que o filho dela estava indo com muita frequência ao banheiro. Além disso, a criança também passou a ter um “comportamento agressivo e também choroso”. “Em conversa com a mãe, a vítima contou sobre os abusos e a investigação foi iniciada”, disse a delegada.Segundo o delegado da Infância e Juventude, Gustavo Carlleto, que está à frente do caso, dois inquéritos já foram concluídos, mas outros podem ser abertos caso apareçam novas vítimas.
Em nota publicada em uma rede social, o Colégio GEO afirmou que "a partir do momento que tomou conhecimento da notícia, o Colégio GEO tem buscado junto ao poder público a apuração dos fatos. Em respeito à privacidade dos menores envolvidos, o procedimento tramita em segredo de justiça e no âmbito do Poder Judiciário. O colégio está empenhado no esclarecimento integral da verdade".
Três adolescentes foram apreendidos na segunda-feira (11), suspeitos de praticar os abusos. Até o início da tarde desta terça-feira (12), o quarto adolescente alvo do mandado judicial não tinha sido localizado.
“Já tem uma audiência marcada para uma data próxima, e diante dessa audiência possa ser que venha uma nova decisão do juiz sobre esse fato”, afirmou o delegado Carlleto.
FONTE:https://g1.globo.com