As mortes estão distribuídas entre os municípios de Alagoa Nova, Bayeux, Brejo do Cruz, Camalaú, Guarabira, João Pessoa, Monteiro e Sumé, com um registro cada; Campina Grande, com dois; e São Bento, com quatro.
A SES informou ainda que outras seis mortes em investigação, sendo três em João Pessoa e um em cada um dos municípios de Campina Grande, Mamanguape e Sapé.
O levantamento aponta que foram registrados 7.436 casos prováveis de arboviroses, incluindo, além da dengue, chikungunya e zika. Os casos de dengue equivalem a 97,05% de todos os casos prováveis de arboviroses no estado.
Apesar do aumento de casos de dengue, a chikungunya apresentou redução de 57,79%, passando de 507 para 214 casos em comparação dos mesmos períodos do ano passado e do atual ano. Em 2026, a zika contabiliza cinco registros e até o período analisado, não houve notificações de febre do oropouche no estado.
Os sintomas
A técnica responsável pela Vigilância das Arboviroses da SES, Carla Jaciara, destacou que o aumento dos casos prováveis de dengue exige atenção contínua, especialmente nas regiões que apresentam maior incidência da doença. Segundo ela, a identificação dos casos e a participação da população são fundamentais para reduzir os riscos de transmissão.
No caso da dengue, os principais sinais incluem febre alta, dores musculares e articulares, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, náuseas, vômitos, manchas vermelhas na pele, além de fadiga e fraqueza.
A chikungunya apresenta sintomas como febre alta, dores musculares e dores articulares intensas, acompanhadas de inchaço nas articulações. Também podem surgir manchas vermelhas na pele, dor de cabeça, fadiga e cansaço.
Já a zika geralmente causa febre baixa ou até ausência de febre, acompanhada de manchas vermelhas na pele, coceira, conjuntivite não purulenta, dores leves nas articulações, dor de cabeça, náuseas e vômitos.
Fonte:https://g1.globo.com